As informações e sugestões contidas neste site têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física, esteticistas e especialistas.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Como lidar com as frustrações profissionais
Como lidar com as frustrações profissionais
No decorrer da vida, investimos tempo à procura de oportunidades para desenvolver nosso potencial e alcançar a realização profissional.
Às vezes, as nossas expectativas são atendidas e conseguimos chegar onde queremos. Outras vezes, nos deparamos com adversidades que colocam a nossa capacidade de lidar com a desilusão à prova.
A frustração na carreira é um estado emocional que ocorre nas situações em que algo nos impede de alcançar um objetivo. E quanto mais importante for essa meta, maior poderá ser a frustração.
O primeiro passo para lidar com esse desafio é entender em que tipo de profissional você se enquadra. Para isso, contaremos com a ajuda das pesquisas desenvolvidas por Paul Stoltz, sobre Quociente de Adversidade, que diferencia os profissionais em três tipos: o Desistente, o Campinista e o Alpinista.
O Desistente:
É aquele que desmoronou ao peso dos desafios na sua jornada profissional e não conseguiu lidar com a adversidade momentânea. Normalmente, este indivíduo se sente injustiçado e no seu discurso costuma dar desculpas, além de se colocar na posição de vítima.
O fato é que há muito tempo desistiu de alcançar o topo de sua montanha, ou seja, realizar os seus mais altos objetivos. Quando a frustração aparece, entra em pânico, paralisa e se conforma, tornando-se assim uma pessoa frustrada.
O Campista:
Aquele que perdeu a motivação diante das adversidades; ficou estático em sua zona de conforto, deixou de se diferenciar no mercado e faz o suficiente sem se esforçar. Este profissional se sente satisfeito com o salário que recebe no final do mês, cumpre o seu horário regularmente e, quando perguntam se quer assumir um novo desafio, sempre dá uma desculpa, pois tem muito medo da frustração.
Em algum momento na sua carreira se cansou de escalar a montanha e achou um lugar para acampar que lhe desse segurança e estabilidade. Porém, esse local está sujeito a maus tempos e avalanches. Dependendo do tempo que está acampado, a capacidade de escalar? e lidar com a frustração? fica esquecida, causando grande transtorno a si mesmo e à empresa em que trabalha.
O Alpinista:
Já este é um profissional completamente motivado, que busca desafios constantemente; não se conforma com a mediocridade, aprende e se desenvolve com a frustração, ultrapassa as adversidades, se atualiza de acordo com as exigências do mercado e busca novas alternativas para alcançar seus objetivos.
Sendo assim, lidar bem com os seus medos, com crenças irracionais e, principalmente, com as frustrações, é a chave para manter o foco sem perder as metas de vista. Agora que você já analisou sua atual situação, sugiro responder as perguntas: o que eu verdadeiramente quero para a minha carreira?
Quais serão os meus objetivos a partir de hoje?
O que me impede de alcançá-los?
Qual o próximo passo?
É importante que todas as pessoas que almejam ter uma carreira única e surpreendente compreendam que passarão por inúmeras frustrações. Afinal de contas, nem sempre o resultado alcançado é o esperado.
Por exemplo, em vendas, normalmente, são necessários de 07 a 10 contatos para conseguir uma reunião com uma grande conta, mas a grande maioria dos vendedores desiste após 3 contatos.
Lidar com a frustração é a capacidade de aprender constantemente. Portanto, todas as vezes em que a sensação de frustração aparecer você pode responder as perguntas: o que eu posso aprender com isso?
Essa é uma oportunidade para eu desenvolver o quê?
O que eu posso fazer para atuar como um alpinista?
No decorrer da vida, investimos tempo à procura de oportunidades para desenvolver nosso potencial e alcançar a realização profissional.
Às vezes, as nossas expectativas são atendidas e conseguimos chegar onde queremos. Outras vezes, nos deparamos com adversidades que colocam a nossa capacidade de lidar com a desilusão à prova.
A frustração na carreira é um estado emocional que ocorre nas situações em que algo nos impede de alcançar um objetivo. E quanto mais importante for essa meta, maior poderá ser a frustração.
O primeiro passo para lidar com esse desafio é entender em que tipo de profissional você se enquadra. Para isso, contaremos com a ajuda das pesquisas desenvolvidas por Paul Stoltz, sobre Quociente de Adversidade, que diferencia os profissionais em três tipos: o Desistente, o Campinista e o Alpinista.
O Desistente:
É aquele que desmoronou ao peso dos desafios na sua jornada profissional e não conseguiu lidar com a adversidade momentânea. Normalmente, este indivíduo se sente injustiçado e no seu discurso costuma dar desculpas, além de se colocar na posição de vítima.
O fato é que há muito tempo desistiu de alcançar o topo de sua montanha, ou seja, realizar os seus mais altos objetivos. Quando a frustração aparece, entra em pânico, paralisa e se conforma, tornando-se assim uma pessoa frustrada.
O Campista:
Aquele que perdeu a motivação diante das adversidades; ficou estático em sua zona de conforto, deixou de se diferenciar no mercado e faz o suficiente sem se esforçar. Este profissional se sente satisfeito com o salário que recebe no final do mês, cumpre o seu horário regularmente e, quando perguntam se quer assumir um novo desafio, sempre dá uma desculpa, pois tem muito medo da frustração.
Em algum momento na sua carreira se cansou de escalar a montanha e achou um lugar para acampar que lhe desse segurança e estabilidade. Porém, esse local está sujeito a maus tempos e avalanches. Dependendo do tempo que está acampado, a capacidade de escalar? e lidar com a frustração? fica esquecida, causando grande transtorno a si mesmo e à empresa em que trabalha.
O Alpinista:
Já este é um profissional completamente motivado, que busca desafios constantemente; não se conforma com a mediocridade, aprende e se desenvolve com a frustração, ultrapassa as adversidades, se atualiza de acordo com as exigências do mercado e busca novas alternativas para alcançar seus objetivos.
Sendo assim, lidar bem com os seus medos, com crenças irracionais e, principalmente, com as frustrações, é a chave para manter o foco sem perder as metas de vista. Agora que você já analisou sua atual situação, sugiro responder as perguntas: o que eu verdadeiramente quero para a minha carreira?
Quais serão os meus objetivos a partir de hoje?
O que me impede de alcançá-los?
Qual o próximo passo?
É importante que todas as pessoas que almejam ter uma carreira única e surpreendente compreendam que passarão por inúmeras frustrações. Afinal de contas, nem sempre o resultado alcançado é o esperado.
Por exemplo, em vendas, normalmente, são necessários de 07 a 10 contatos para conseguir uma reunião com uma grande conta, mas a grande maioria dos vendedores desiste após 3 contatos.
Lidar com a frustração é a capacidade de aprender constantemente. Portanto, todas as vezes em que a sensação de frustração aparecer você pode responder as perguntas: o que eu posso aprender com isso?
Essa é uma oportunidade para eu desenvolver o quê?
O que eu posso fazer para atuar como um alpinista?
Salto alto
DICA: Salto alto e os problemas que podem causar
Afinal, eles nos deixam com uma linda postura e consequentemente elegantérrimas.
No entanto, o uso excessivo do salto alto, com o tempo pode causar alguns problemas nas regiões dos pés, calcanhares, tornozelos, joelhos e coluna. Mas, isso não significa que todas as mulheres que usam salto terão complicações, apesar do risco existir.
O calçado ideal deve respeitar o formato dos pés, evitando zonas de compressão. A dica é reduzir o tempo de utilização de salto alto e variar os tipos de sapatos.
Afinal, eles nos deixam com uma linda postura e consequentemente elegantérrimas.
No entanto, o uso excessivo do salto alto, com o tempo pode causar alguns problemas nas regiões dos pés, calcanhares, tornozelos, joelhos e coluna. Mas, isso não significa que todas as mulheres que usam salto terão complicações, apesar do risco existir.
O calçado ideal deve respeitar o formato dos pés, evitando zonas de compressão. A dica é reduzir o tempo de utilização de salto alto e variar os tipos de sapatos.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Quem não gosta de chocolate?
Quem não gosta de chocolate?
Na hora de matar a vontade, prefira o amargo!
Quanto mais escuro for, mais esse alimento irá conter flavonóides – compostos antioxidantes que limitam a ação do colesterol ruim.
Mas, lembre-se: nunca coma mais de 30 g por dia (o que equivale a dois quadradinhos da barra grande) – nessa medida, há 170 kcal e 11 g de gordura.
Na hora de matar a vontade, prefira o amargo!
Quanto mais escuro for, mais esse alimento irá conter flavonóides – compostos antioxidantes que limitam a ação do colesterol ruim.
Mas, lembre-se: nunca coma mais de 30 g por dia (o que equivale a dois quadradinhos da barra grande) – nessa medida, há 170 kcal e 11 g de gordura.
Receitas
E aí, meninas... Que tal terminar a tarde com um suco que fortalece o sistema imunológico?Fica uma delícia!
Suco para o sistema imunológico
Ingredientes
3 cenouras
1 talo de salsão
1 maçã
1/2 beterraba cozida
1 col. (sopa) de gérmen de trigo
1 col. (sopa) de salsinha
Modo de fazer
Corte as cenouras, a maça, a beterraba e o salsão.
Bata-os no liquidificador com água.
Pronto!
Celulite, o que é!
O que é "CELULITE":
A celulite, cientificamente chamada de fibro edema gelóide, é um distúrbio estético que acomete quase que exclusivamente as mulheres, sendo muito comum nos dias de hoje. Infelizmente, a celulite ainda não tem cura, mas existem diversas forma de tratamento, que podem melhorar significativamente o aspecto da "casca de laranja".
Causas da celulite
A celulite é multifatorial, isto é, possui diversas causas e entre elas pode-se citar:
fator genético
fator hormonal
sedentarismo e
má alimentação
A celulite subdivide-se em 4 graus diferentes, onde o 1º só é perceptível ao toque e o 4º além da aparência flácida e a presença de furinhos, há dor envolvida.
Tratamento para celulite
Para eliminar a celulite recomenda-se ter uma alimentação adequada, sem doces, gorduras, com pouco sal, sem refrigerantes e fast food, por exemplo e alimentando-se com frutas, legumes, verduras e cereais.
Além disso é preciso exercitar-se e como forma complementar recomenda-se o uso de cremes anti-celulite, massagens, drenagem linfática e até mesmo as sessões de carboxiterapia, cavitação e radiofrequência, por exemplo.
Mas é importante destacar que este pode ser um tratamento dispendioso e deve ser praticado como estilo de vida, pois se a mulher conseguir livrar-se da celulite e deixar de ter uma alimentação correta e voltar ao sedentarismo, a celulite poderá retornar.
Um estudo científico comprovou que a celulite é um problema vascular e a mobilização da linfa é o segredo para vencer este mal e para tal recomenda a drenagem linfática, exercícios e uso de uma banda compressiva para drenar todo o líquido envolvido e assim melhorar o aspecto da celulite.
FALE COM UM(A) ESTETICISTA HABILITADO(A) E OBTENHA EXCELENTES RESULTADOS NO TRATAMENTO.
A celulite, cientificamente chamada de fibro edema gelóide, é um distúrbio estético que acomete quase que exclusivamente as mulheres, sendo muito comum nos dias de hoje. Infelizmente, a celulite ainda não tem cura, mas existem diversas forma de tratamento, que podem melhorar significativamente o aspecto da "casca de laranja".
Causas da celulite
A celulite é multifatorial, isto é, possui diversas causas e entre elas pode-se citar:
fator genético
fator hormonal
sedentarismo e
má alimentação
A celulite subdivide-se em 4 graus diferentes, onde o 1º só é perceptível ao toque e o 4º além da aparência flácida e a presença de furinhos, há dor envolvida.
Tratamento para celulite
Para eliminar a celulite recomenda-se ter uma alimentação adequada, sem doces, gorduras, com pouco sal, sem refrigerantes e fast food, por exemplo e alimentando-se com frutas, legumes, verduras e cereais.
Além disso é preciso exercitar-se e como forma complementar recomenda-se o uso de cremes anti-celulite, massagens, drenagem linfática e até mesmo as sessões de carboxiterapia, cavitação e radiofrequência, por exemplo.
Mas é importante destacar que este pode ser um tratamento dispendioso e deve ser praticado como estilo de vida, pois se a mulher conseguir livrar-se da celulite e deixar de ter uma alimentação correta e voltar ao sedentarismo, a celulite poderá retornar.
Um estudo científico comprovou que a celulite é um problema vascular e a mobilização da linfa é o segredo para vencer este mal e para tal recomenda a drenagem linfática, exercícios e uso de uma banda compressiva para drenar todo o líquido envolvido e assim melhorar o aspecto da celulite.
FALE COM UM(A) ESTETICISTA HABILITADO(A) E OBTENHA EXCELENTES RESULTADOS NO TRATAMENTO.
Bocas e bocas...
DICA: BATOM CERTO PARA CADA TIPO DE BOCA
Existe uma infinidade de tipos de boca, fato, mas separei algumas das mais comuns com dicas, aproveitem!
1. Lábios Grossos e Carnudos
Objetivo: Suavizar os Lábios.
Como: Aplicar um corretivo no contorno, disfarçando as linhas. Desenhar os lábios, com batom, mas claro e sem brilho, para dentro do contorno natural. Com batom mais escuro e sem brilho preencher os lábios.
Cores que ajudam: O bege rosado e o pêssego são ótimos para quem é branquinha. Para quem tem a pele mais escura, e tons de marrom ficam ainda melhores.
2. Lábios Pequenos e Carnudos
Objetivo: Harmonizar os Lábios
Como: Fazer o contorno para aumentar as laterais. Preencher a área interna, aplicando batom na cor desejada.
Cores que ajudam: Caso a intenção seja destacar, procure cores escuras, tons de vermelho e coral rosado.
3. Lábios Compridos e Finos
Objetivo: Diminuir o Tamanho e Engrossar os Lábios
Como: Aplicar corretivo nos cantos externos dos lábios e desenhar um novo formato, diminuindo as laterais e arredondando todo seu contorno. Com uma cor clara, preencha toda área central.
Cores que ajudam: Evite sempre cores escuras e opte pelos tons bege ou rosado.
4. Lábios Desiguais
Objetivo: Igualar para Equilibrar os Lábios
Como: Fazer um novo traçado com lápis. Aumentar ou diminuir a largura dos lábios superiores e inferiores.
Cores que ajudam: Use tonalidades neutras que não fazem contraste com seu tom de pele. Você também pode usar cores vivas, que deixam os lábios maiores. É bom igualar os lábios com um lápis de contorno da mesma cor do batom, para deixá-los mais uniformes. Vai ficar um espetáculo!
Existe uma infinidade de tipos de boca, fato, mas separei algumas das mais comuns com dicas, aproveitem!
1. Lábios Grossos e Carnudos
Objetivo: Suavizar os Lábios.
Como: Aplicar um corretivo no contorno, disfarçando as linhas. Desenhar os lábios, com batom, mas claro e sem brilho, para dentro do contorno natural. Com batom mais escuro e sem brilho preencher os lábios.
Cores que ajudam: O bege rosado e o pêssego são ótimos para quem é branquinha. Para quem tem a pele mais escura, e tons de marrom ficam ainda melhores.
2. Lábios Pequenos e Carnudos
Objetivo: Harmonizar os Lábios
Como: Fazer o contorno para aumentar as laterais. Preencher a área interna, aplicando batom na cor desejada.
Cores que ajudam: Caso a intenção seja destacar, procure cores escuras, tons de vermelho e coral rosado.
3. Lábios Compridos e Finos
Objetivo: Diminuir o Tamanho e Engrossar os Lábios
Como: Aplicar corretivo nos cantos externos dos lábios e desenhar um novo formato, diminuindo as laterais e arredondando todo seu contorno. Com uma cor clara, preencha toda área central.
Cores que ajudam: Evite sempre cores escuras e opte pelos tons bege ou rosado.
4. Lábios Desiguais
Objetivo: Igualar para Equilibrar os Lábios
Como: Fazer um novo traçado com lápis. Aumentar ou diminuir a largura dos lábios superiores e inferiores.
Cores que ajudam: Use tonalidades neutras que não fazem contraste com seu tom de pele. Você também pode usar cores vivas, que deixam os lábios maiores. É bom igualar os lábios com um lápis de contorno da mesma cor do batom, para deixá-los mais uniformes. Vai ficar um espetáculo!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Gestante
Alimentação da gestante! O ferro e o cálcio são nutrientes essenciais nessa fase, pois a futura mamãe "divide" com o bebê a quantidade desses minerais disponível no organismo. As melhores fontes de ferro são as carnes vermelhas, o feijão e a soja, lembrando que o ferro de origem animal é mais bem absorvido pelo corpo. Já as fontes de cálcio mais comuns são o leite e seus derivados, além da sardinha. Para avaliar como e em qual quantidade esses alimentos devem ser consumidos, é importante a avaliação do médico e nutricionista.
Sal - como utilizar da melhor forma este tempero
Especialistas esclarecem 25 dúvidas sobre o consumo de sal...
Ele começou a ser utilizado na culinária não por dar sabor aos alimentos, mas por seu potencial sanitário. Com um forte poder esterilizador, o sal conservava a comida, impedindo a reprodução de bactérias. Mas esse aliado inicial da saúde agora está sob a mira das entidades médicas.
Associado a uma série de problemas, entre eles a hipertensão, o sal foi alvo de uma ação recente da American Medical Association. A entidade pediu à FDA (agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, até agora considerado uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food.
No Canadá, o guia de alimentação desenvolvido pelo governo segue o mesmo caminho. A próxima edição, que deve sair até o início de 2007, vai trazer recomendações para diminuir o sal na alimentação.
O sal não traz só malefícios. Ele é necessário para o equilíbrio dos fluidos corporais e para a transmissão de impulsos nervosos.
O problema é que nosso paladar se adaptou tanto a ele que o consumo se tornou excessivo. Uma pesquisa recente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) sobre fast-food encontrou sanduíches cujas unidades oferecem quase 80% do sódio recomendado por dia.
A Folha ouviu especialistas para saber quais são as conseqüências desse exagero e como diminuir a quantidade de sal na comida. A primeira dica é valorizar ervas e condimentos que acentuam os sabores. Afinal, "sem sal" não precisa ser sinônimo de "sem graça".
1 - Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.
2 - Sódio é sinônimo de sal?
Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.
3 - Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.
4 - Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.
Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.
5 - Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?
Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.
6 - Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?
Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos, como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as opções mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.
7 - Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.
8 - Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).
9 - O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?
Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.
10 - O excesso de sal leva à hipertensão?
Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.
11 - O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?
Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.
12 - Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?
Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.
13 - Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?
Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.
14 - O excedente de sal é liberado pelos rins? Então por que se preocupar com a quantidade?
O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal --formação de pequenas "pedras" nos rins.
15 - Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.
16 - Consumir sal em excesso dá celulite?
Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.
17 - O sal causa problemas na tireóide?
Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.
18 - O que é o sal light e quais seus benefícios?
O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.
19 - Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?
Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.
20 - Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?
Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.
21 - Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?
Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.
22 - Posso substituir o sal por outra substância?
Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.
23 - Grávidas devem seguir alguma orientação específica?
As regras são as mesmas, de quatro a seis gramas por dia. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.
24 - Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.
25 - Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?
A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.
Ele começou a ser utilizado na culinária não por dar sabor aos alimentos, mas por seu potencial sanitário. Com um forte poder esterilizador, o sal conservava a comida, impedindo a reprodução de bactérias. Mas esse aliado inicial da saúde agora está sob a mira das entidades médicas.
Associado a uma série de problemas, entre eles a hipertensão, o sal foi alvo de uma ação recente da American Medical Association. A entidade pediu à FDA (agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, até agora considerado uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food.
No Canadá, o guia de alimentação desenvolvido pelo governo segue o mesmo caminho. A próxima edição, que deve sair até o início de 2007, vai trazer recomendações para diminuir o sal na alimentação.
O sal não traz só malefícios. Ele é necessário para o equilíbrio dos fluidos corporais e para a transmissão de impulsos nervosos.
O problema é que nosso paladar se adaptou tanto a ele que o consumo se tornou excessivo. Uma pesquisa recente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) sobre fast-food encontrou sanduíches cujas unidades oferecem quase 80% do sódio recomendado por dia.
A Folha ouviu especialistas para saber quais são as conseqüências desse exagero e como diminuir a quantidade de sal na comida. A primeira dica é valorizar ervas e condimentos que acentuam os sabores. Afinal, "sem sal" não precisa ser sinônimo de "sem graça".
1 - Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.
2 - Sódio é sinônimo de sal?
Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.
3 - Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.
4 - Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.
Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.
5 - Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?
Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.
6 - Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?
Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos, como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as opções mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.
7 - Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.
8 - Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).
9 - O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?
Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.
10 - O excesso de sal leva à hipertensão?
Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.
11 - O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?
Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.
12 - Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?
Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.
13 - Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?
Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.
14 - O excedente de sal é liberado pelos rins? Então por que se preocupar com a quantidade?
O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal --formação de pequenas "pedras" nos rins.
15 - Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.
16 - Consumir sal em excesso dá celulite?
Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.
17 - O sal causa problemas na tireóide?
Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.
18 - O que é o sal light e quais seus benefícios?
O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.
19 - Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?
Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.
20 - Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?
Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.
21 - Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?
Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.
22 - Posso substituir o sal por outra substância?
Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.
23 - Grávidas devem seguir alguma orientação específica?
As regras são as mesmas, de quatro a seis gramas por dia. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.
24 - Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.
25 - Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?
A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.
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